domingo, 27 de maio de 2018

Quando vale a pena alugar um carro durante a viagem?

Olá pessoal! Vamos falar hoje sobre um assunto que muita gente me pergunta quando vai fazer uma viagem: vale a pena alugar um carro? Ou é melhor se movimentar por transporte público?

Bom, sempre digo que a resposta vai variar conforme diversos fatores, sendo os principais: o destino, o nível de mobilidade dos viajantes, e quantas pessoas estão viajando.

Nosso Smart, perfeito pra Costa Amalfitana, na Itália

Creio que a localidade é o principal fator a ser considerado. Se seu destino é uma grande metrópole, fica claro que um carro é sinônimo de problema! Significa que você terá que se preocupar com trânsito, vagas de estacionamento, geralmente pagas, possibilidade de ser multado, diante de regras de trânsito desconhecidas, enfim, pura dor de cabeça! Além disso, essas grandes cidades geralmente contam com transporte público farto e acessível, com ônibus, metrôs e táxis a preços mais em conta. 

A exceção a essa regra talvez fique por conta de algumas grandes cidades dos Estados Unidos, como Miami e Orlando, onde um carro é extremamente bem vindo. Em Miami, quem pretende fazer compras provavelmente incluirá alguns Outlets no roteiro, e eles ficam bem afastados. O carro ajuda no deslocamento e na hora de carregar as compras de volta ao hotel. Mas, se seu passeio à cidade não foca em compras e se resume à praia, fique hospedado em South Beach e o carro pode ser dispensado! Já Orlando é uma cidade bem "espalhada", e o carro ajuda no deslocamento aos parques, que são bem longe um do outro. Em todos eles, assim como nos hotéis, estacionamento não é um problema. O valor dos aluguéis nos Estados Unidos também ajuda muito: os carros são grandes e confortáveis e bem mais baratos que na Europa.

Por outro lado, há alguns lugares do mundo que praticamente "exigem" um carro. Geralmente quando seu roteiro engloba várias pequenas cidades do interior de um país, ou você quer ter mais liberdade para mudar os planos quando quiser. São locais como: a Costa Amalfitana, a Toscana, a Emiglia Romana, Sardenha e Puglia, na Itália; A Côte D'azur, a Provence, na França; A Andaluzia, na Espanha, As Cotswolds, na Inglaterra; a Rota Romântica na Alemanha; entre muitas outras que ainda não conhecemos.

Conhecendo a linda Costa Amalfitana na Itália

O dia que aprendemos a usar o "limpa neve" na Rota Romântica alemã

Em alguns casos, as paradinhas no meio do caminho para curtir uma paisagem já valem pelas horas de direção da viagem toda!

Mirante na estrada na ilha de Kefalônia, Grécia.

Outras situações fazem com que o carro seja importante. Por exemplo, se um dos viajantes tem problemas de acessibilidade, pode enfrentar sérios perrengues em transportes públicos não acessíveis. O carro pode ajudar, mas deve-se estudar bem as regras locais de trânsito para evitar surpresas desagradáveis. Precisamos passar uns dias em Lisboa nessa situação, e apesar de ser uma cidade que dispensa bem o carro, não tivemos problemas com ele. Isso porque planejamos bem: reservamos um hotel com estacionamento, localizamos os estacionamentos pagos pela cidade, e percebemos que  as regras de trânsito são bem próximas das brasileiras.

Dirigindo "sob o sol da Toscana"

Certo, resolvi optar pelo carro. Mas e agora, como faço para alugar? 

No nosso caso, sempre preferimos fazer a reserva do carro ainda de casa, através de sites de pesquisa on line. Atualmente os melhores preços que encontramos estão no site Rent Cars. Você preenche a pesquisa com os dados da sua viagem e o site disponibiliza as melhores locadoras, seus preços e condições. Você então seleciona sua preferida e faz a reserva através do próprio site. Ao chegar no destino, geralmente no próprio aeroporto, você só precisa ir até o balcão da locadora escolhida, pagar pela locação e retirar o carro, que já está te aguardando.




Nunca tivemos problema algum de reserva não localizada ou carro não disponível. O esquema funciona super bem, e os preços praticados são bem melhores que se você fechasse diretamente na locadora escolhida!

Então, que tal perder o medo e tentar alugar um carro para sua próxima viagem? 😊



Obs. Gostou das nossas dicas? Se você efetuar uma reserva na Rent Cars através dos links do nosso Blog, nós ganhamos uma pequena comissão, que irá ajudar a manter o Blog e nossas dicas no ar! Passe a dica adiante!

Você tem alguma dúvida sobre se vale a pena alugar um carro na cidade que você vai? Pergunta aqui que nós damos nossa opinião!

quarta-feira, 16 de maio de 2018

Bangkok - Como é a day-trip para os Mercados Flutuante e do Trem

Oi pessoal! Hoje é dia de mais dicas para quem vai passar uns dias em Bangkok! Neste post vou contar um pouco como foi nosso passeio pelo Mercado Flutuante de Damnoen Saduak e no Mercado do Trem em Maeklong.

Mercado Flutuante de Damnoen Saduak

Esse roteiro é um dos mais vendidos pelas agências de turismo em Bangkok. Algumas incluem também uma parada em fazendas de coco, ou outras atrações menores pelo caminho. 

Há muita controvérsia sobre o passeio, e a principal crítica é que esses mercados perderam toda sua autenticidade e se tornaram verdadeiras atrações turísticas. Algumas pessoas inclusive indicam outros mercados flutuantes para uma experiência mais "verdadeira". Caso seja essa sua intenção, a dica que deixo é: pesquise bastante os relatos dos viajantes para decidir antecipadamente qual tipo de passeio você pretende fazer. Pois os nomes dos mercados são confusos, e os guias/agências não são tão confiáveis pra te dar uma informação 100% descompromissada ao vivo.

Mercado Flutuante de Damnoen Saduak

Nosso roteiro em Bangkok não foi totalmente planejado com antecedência, e deixamos para decidir esse passeio ao chegar lá. Também não tínhamos resistência em conhecer os locais mais turísticos, por isso resolvemos fechar o passeio tradicional, na própria agência parceira do nosso hotel (Ibis Styles Khao San Road). Infelizmente não tivemos tempo de pesquisar preços em outros locais (falha nossa), e fomos pelo mais cômodo e confiável.

Aqui o primeiro alerta. Ao fechar o passeio, certifique-se do que está incluso no preço. No nosso caso, fechamos o transporte para duas pessoas com motorista-guia. Inicialmente achei que o passeio de barco no mercado flutuante estaria incluso no preço, MAS NÃO ESTAVA. Vou explicar mais detalhes dos preços que pagamos mais adiante.

O guia que contratamos marcou de nos buscar no nosso hotel na hora escolhida por nós. Geralmente eles indicam sair às 8h no máximo, mas como a gente tinha curtido a noite da Khao San Road na noite anterior, pedimos pra sair às 9h. Não acho que foi uma boa ideia. Ao chegarmos no pier para pegar o barco, estava super lotado e tivemos que esperar uma hora e meia pra embarcar... E ao chegar no Mercado do Trem, percebemos que já estava em clima de "fim de feira". Ou seja, encare a noite mal dormida e saia cedo!


O MERCADO FLUTUANTE DE DAMNOEN SADUAK


O carro leva pouco mais de 1h e meia para chegar no distrito de Damnoen Saduak. Ao chegar nas proximidades do mercado você já consegue ver a trama de canais que foi construída para facilitar a agricultura no local, e contribuiu para o desenvolvimento do comércio em suas margens.

Canal nos arredores do Mercado, onde ficava nosso pier

O carro estaciona em um Pier com uma certa estrutura, mesas e cadeiras, banheiro, uma lanchonete, e lá você é logo atendido pelos "agentes" que vão vender o passeio pra você. A negociação nesse pier é por barco, independente da quantidade de pessoas. Aqui foi o momento do meu maior "susto". Quando vimos que o valor que pagamos ao guia era só para o transporte, imaginei que pagaríamos algo a mais ao barqueiro, mas não estava preparada para o valor, que foi bem elevado. O valor que foi oferecido para nós dois em um barco motorizado e coberto foi de 3 mil Bahts (300 reais)! Pensamos em desistir, mas depois de 1h e meia de carro pra chegar até ali, já não fazia mais sentido... 

Portanto, muito cuidado nessa parte. Veja o que inclui o seu passeio. Depois de tudo, vimos que existiam vários passeios coletivos ao mesmo mercado por menos da metade desse valor. Justiça seja feita, ter o barco só pra nós foi bem cômodo. O barqueiro parava onde queríamos e demorava o tempo que pedimos.

Entrando no nosso barco

Depois de tanto tempo esperando o barco a fome apertou, então resolvemos almoçar em um restaurante às margens do rio, que me pareceu bem confortável e confiável. O barqueiro ficou nos esperando na margem do rio. Comemos o Pad Thai, que estava um pouco apimentado para o meu paladar, mas o marido adorou!


Restaurante que paramos pra almoçar

Nosso Pad Thai

Depois da paradinha pra comer, partimos pra conhecer o Mercado. Até chegar nele, o barco vai bem rápido pelos canais de acesso, e quando chega em áreas mais movimentadas, desacelera.

A "aventura" pelos canais!


Ao chegar na região do mecado em si, começam a aparecer os "vendedores ambulantes" em seus barcos a remo, e o tráfego de barcos turísticos chega ao ápice. Acho que no horário que fomos, o movimento já tinha diminuído, então não passamos muito perrengue nem "empurra-empurra fluvial"! rs

Vendedora ambulante




Pra você ter uma noção da muvuca que fica o mercado no horário de pico, veja essa foto, feita de cima de uma das diversas pontes que cruzam os canais.

Foto Thailand Turism

O passeio pelos canais também inclui uma parada em uma feirinha de artesanato e em um templo, o Wat Rat Charoen Tham. Nas margens dos canais há pessoas vendendo de tudo, inclusive abraçadas com cobras gigantes para quem quiser parar e tirar uma foto! Uma aflição, no meu caso! 😆 O passeio durou aproximadamente 2 horas, com as paradas.

 Wat Rat Charoen Tham

 Wat Rat Charoen Tham

 Wat Rat Charoen Tham

Apesar da sensação de termos gasto muito dinheiro (foi um dos maiores gastos da viagem!), na minha opinião, se for bem planejado o passeio vale a pena sim. É verdade que ele é claramente turístico, mas ainda assim é uma coisa muito diferente pra nós ocidentais. Eu pelo menos nunca tinha visto algo parecido!



O MERCADO DO TREM DE MAEKLONG

Após o fim do passeio de barco, nosso motorista estava nos esperando pra próxima parada, o Mercado de Maeklong, que ocorre nos trilhos de um trem. A cidade de Maeklong fica a apenas 20 minutos do Mercado Flutuante.

Como mencionei, por termos saído do hotel já as 9h, e depois de tanta espera pelo barco, acabamos chegando em Maeklong quase às 15h, e o mercado já estava mais vazio. Por um lado é bom pra ver tudo com menos muvuca. Mas imagino que muito da beleza do local está justamente nessa muvuca!

Estação de trem de Maeklong

O Mercado se espalha, além dos trilhos do trem, pela Estação de trem local (onde o trem estava "estacionado", quando chegamos), e por um anexo coberto, onde há barracas vendendo comida, além de trecos de todo tipo.

A estação e o famoso trem de Maeklong

Entramos pra ver o trem, que estava estacionado

Aqui, ao contrário do Mercado Flutuante, achei que a comercialização é de fato autêntica, feita principalmente entre locais. Os produtos vendidos nas margens do trilho são basicamente alimentos, peixes, frutos do mar, legumes e verduras. Não haviam muitos turistas comprando essas coisas!








Mas claro que o apelo turístico existe. Nosso guia nos explicou que a passagem do trem pelo local, algumas vezes ao dia, somente se mantem justamente pelo movimento de turistas que vão ali só pra ver a feira se desmontando e montando novamente a cada passagem dos vagões.

O trem passa umas 5 vezes ao dia, em horários programados. Cheque antes de ir, para se programar. Como nosso passeio pelo Mercado Flutuante atrasou, acabamos perdendo a passagem do trem das 14h, e não quisemos esperar até as 16:30h... Então ficamos com essa lacuna na nossa viagem! 😟

Maaas, uns amigos nossos foram no mercado alguns dias depois, nos horários certos, e conseguiram fazer lindas fotos do trem passando:

Foto de @sandro_mandaloufas (Instagram)

Bom, a moral da história por aqui é: se essa day-trip estiver nos seus planos, planejem com antecedência! Deixar pra última hora nesse caso não funciona, experiência própria!

Mas mesmo com todos os problemas, gostamos muito do passeio e indicamos sem dúvida!

No nosso próximo post sairemos da Tailândia em direção ao Vietnam... E vem muita coisa linda por aí, fica de olho!

quinta-feira, 3 de maio de 2018

Bangkok - A grande metrópole do Sudeste Asiático

Iniciando a série de posts sobre nossa viagem ao Sudeste Asiático neste ano de 2018, vamos mostrar as principais dicas dessa grande metrópole e melhor cidade para começar esse tour: Bangkok.

Bangkok à noite - Por Sasint via Pixabay 

Capital da Tailândia, Bangkok é a porta de entrada do Sudeste Asiático, com seu gigantesco aeroporto Suvarnabhumi, que possibilita a operação de voos diretos a destinos em quase todo o planeta. Nós voamos até Bangkok pela Thai Airways, companhia tailandesa, num voo direto de Londres. Nossa primeira grande surpresa foi a boa qualidade da companhia aérea, uma das melhores que já voamos. Nosso assento era no deck superior do avião (apesar de ser ainda classe econômica)!

Classe econômica (Deck superior) da Thay Airways


Nós "subindo na vida" pro deck superior da Thay Airways! 😀


Mas as surpresas desse nosso primeiro contato com Bangkok seriam ainda muitas! A começar pela cidade em si. As imensas highways, quase sempre com trânsito pesado, os arranha-céus, shopping centers gigantescos e ultra luxuosos, tudo bem conflitante com a ideia que tínhamos da cidade, principalmente passada por filmes como "Se beber não case 2". Aquela cidade caótica e miserável, cheia de criminalidade, drogas e prostituição não é bem o que você encontrará em Bangkok, ao menos nos locais mais frequentados pelos turistas!

A eficiência, boa vontade e honestidade do povo tailandês também não cansam de nos surpreender. Principalmente quando comparamos o país com o Brasil, ambos países em desenvolvimento, com clima tropical, praias paradisíacas e passado de colonização européia. As semelhanças são muitas, mas as diferenças não poderiam ser maiores...

Bangkok é uma infinidade de possibilidades, são mil destinos em um, e oferece programas para todo o tipo de turista. Aqueles em busca de refúgio espiritual ou que adoram conhecer uma nova cultura, tem centenas de opções de templos e tour guiados nas mais diversas línguas. Os tailandeses tem muito orgulho de suas tradições e sua religião. Pergunte o que quiser sobre seus costumes, história e tradições, que eles explicarão com muito entusiasmo!

Buda no Wat Pho


Os visitantes que querem entender como funciona a vida real na cidade tem a sua disposição os mais variados mercados do planeta, seja na cidade, dentro de um "shopping", nas margens de um rio (ou dentro dele!), ou até mesmo nos trilhos de um trem!

Já os turistas em busca de luxo acessível, compras, ou experiências que em qualquer outro lugar seriam impagáveis, podem se deleitar nos hotéis 5 estrelas às margens do Rio Chao Phraya, os famosos restaurantes e bares em seus rooftops, os cruzeiros de luxo no mesmo rio, as casas de massagem, os shopping centers com marcas de luxo a preços mais em conta, entre outros.

E claro, ao viajante econômico e mochileiro, Bangkok é o paraíso da economia e diversão! Hostels são quase de graça, a comida é farta, barata e muito gostosa, as opções de transporte são muitas, e a noite pode ser daquelas de nunca mais esquecer!

Como vocês vão perceber, nossa viagem não pode ser classificada em nenhuma dessas categorias. Buscamos aproveitar um pouco de cada faceta que essa cidade poderia nos oferecer, e deu super certo!

Então vamos ao que interessa, as dicas!


HOSPEDAGEM

Esqueça os preconceitos que você possa ter sobre a Ásia, Bangkok é uma metrópole! Uma cidade muito grande, e os deslocamentos de e para as áreas da periferia podem ser bem demorados. Portanto ficar hospedado em uma região central é essencial!

Existem duas regiões principais onde os hotéis se concentram: uma delas fica nas proximidades da famosa Khao San Road - uma rua cheia de restaurantes, com uma noite super movimentada (e barulhenta!). Por aqui você encontrará muitos hostels, hotéis econômicos e alguns poucos hotéis boutique. A outra, onde os hotéis de luxo estão enfileirados, é o Riverside. Nós experimentamos as duas regiões.

Assim que chegamos na cidade, ficamos no Ibis Styles Bangkok Khaosan Viengtai, que fica na também movimentada rua Rambuttri, logo atrás da Khao San Road. Apesar de estar do lado do agito, a acústica do hotel é muito boa e não escutamos nenhum barulho no quarto. O quarto é super espaçoso, e o café da manhã (incluso na diária) muito bom, com opções ocidentais e orientais. Achamos o hotel uma ótima opção na região, e tem um preço bom pelo que oferece. Veja mais informações e faça uma cotação aqui.

Quarto igual ao nosso no Ibis Styles (foto: divulgação)

Café do Ibis Styles (foto: divulgação)

Piscina (foto: divulgação)

Mas claro, se sua viagem é econômica, há várias opções de hostel nas redondezas, alguns com qualidade excelente. Veja algumas opções no link abaixo:

Hotéis na Khao San Road.

Após a primeira estadia na cidade, fizemos nosso giro pela Tailândia, Vietnam e Camboja. Voltamos à Bangkok para mais duas noites no fim da viagem. Dessa vez o foco era descansar um pouco mais e conhecer a outra parte da cidade, que não vimos nos primeiros dias. O Riverside foi a melhor escolha!

A ideia era ficar em um hotel nas margens do rio, mas os preços assustaram... Há poucas opções de hotéis medianos na região mais Central (próximo ao Pier Central), sendo a maioria 5 estrelas. Depois de muita pesquisa decidimos pelo Royal Orchid Sheraton Hotel and Towers.

Apesar de não ser barato, conseguimos um preço muito bom em comparação com as outras opções da região (diária por R$ 500,00). E o hotel entregou tudo aquilo que estávamos esperando: quarto em andar alto (um upgrade de cortesia, pois tínhamos pago a opção mais barata!), uma vista de babar, duas piscinas, restaurantes charmosos e um pier privativo, com barco gratuito para o Pier Central (Estação de BTS Saphan Taksin). A única desvantagem é que o café da manhã é pago por fora, e bem caro. Optamos pela reserva sem café. Faça uma cotação do preço deste hotel nas suas datas aqui.

Hotel Sheraton Royal Orchid (foto: divulgação)


Quarto (foto: divulgação)

Que tal acordar com essa vista?

Vista da área da piscina superior

Veja outras opções de hotéis de luxo (ou nem tanto!) na região no link abaixo:

Hotéis no Riverside.

Essas são as opções mais certeiras pra quem quer ficar no centro de Bangkok, próximo dos principais templos e atrações. Mas claro que existem também opções mais isoladas para aqueles que preferem uma experiência mais intimista. Vimos alguns chalés interessantes nas proximidades do Mercado Flutuante, que fica a uma hora e meia do centro da cidade. Não ficamos nesse tipo de acomodação, no entanto, e não podemos opinar.


TRANSPORTE

Como já adiantei acima, o transporte em Bangkok é barato quando comparado com o que pagamos no Brasil. Mas é sempre bom ficar de olho nas pegadinhas, principalmente dos motoristas de Tuk Tuk. Eles pedem um preço bem elevado por qualquer corrida, mais caro até que o táxi. Mas se você pechinchar, esse preço pode cair bastante.

Na minha opinião, o tuk tuk vale como uma experiência, ou pode ser uma boa em locais muito engarrafados e de difícil acesso. Mas no nosso caso, sempre que possível escolhemos o Uber, que acabava saindo mais barato, e o motorista já tem o endereço em mãos, assim não precisamos trocar nenhuma palavra em inglês/tailandês.

Voltando ao hotel de tuk tuk


Pra quem vai ficar hospedado na região de Sukhumvit (próximo aos grandes shoping centers) ou no Riverside, o Skytrain (BTS Stations) pode ser uma mão na roda pra se movimentar entre as duas regiões. Mas a parte antiga da cidade não é servida por esse sistema moderno de transporte.

Skytrain (foto: divulgação - Site: www.bangkok.com/bts)

No rio Chao Phraya há também toda uma rede de transportes aquáticos, incluindo balsas de travessia a preços módicos, barcos-transfer de hotéis, quase sempre gratuitos, cruzeiros simples e até com jantares e shows. Há vários piers ao longo do rio com esses serviços.

Barcos-cruzeiro vistos da janela do Sheraton


AS PRINCIPAIS REGIÕES:


- KHAO SAN ROAD

Provavelmente a imagem que você tem de Bangkok é parecida com a famosa Khao San Road: uma rua de pedestres, abarrotada de gente, bares, restaurantes, música alta, vendedores de tudo que você possa imaginar, casas de massagem e tatuagem, banquinhas de insetos assados, baldinhos de bebidas, enfim, de tudo um pouco!

Khao San Road

Mas o bom dessa região é que apesar de tudo isso que de fato podemos encontrar lá, é um ambiente super controlado, lotado de turistas, onde nos sentimos super seguros.

Nos dois primeiros dias que passamos em Bangkok, ficamos hospedados nessa região. Mais especificamente na rua de trás, chamada Rambutri, que hoje em dia é uma "irmã" mais tranquila da própria Khao San Road. Nosso hotel foi o Ibis Styles, que é super bem localizado, espremido entre ótimos restaurantes e casas de massagem. O isolamento acústico é muito bom, não sofremos com barulho durante a noite.

Rua Rambutri durante o dia

Para conhecer a região, reserve um fim de tarde e fique até o anoitecer. Escolha um bom restaurante, e depois se animar fique num bar com música ao vivo ou música eletrônica beem alta! Segue algumas dicas de locais que gostamos:

Buddy Beer - para jantar e drinks.

Buddy Beer

The One - drinks e música pop;

Bar The One

The Macarroni Club: restaurante na Rua Rambutri, decoração oriental linda. O fried rice no abacaxi é uma delícia!

Macarroni Club


Amor verdadeiro!!

SukSabai: Bar com pop rock ao vivo. Fica bem em frente ao Ibis Styles e ao lado da dica abaixo:

Massagem: Urban Thai - Fica bem em frente ao Ibis Styles. A foot massage custa 150 Bahts e é maravilhosa!

Massagem

Foot Massage

E claro, se tiver coragem, deguste uns insetos caramelizados! 😆 Se não, por 10 Baths (1 real) você pode apenas tirar uma foto e postar no instagram! 😝

E aí, tem coragem? 


- TEMPLOS

Para muitos viajantes, a visita em Bangkok tem um programa obrigatório: conhecer os famosos templos budistas da cidade.

Diante da grande quantidade de templos a serem visitados, vamos fazer um post específico sobre cada um, com todas as dicas e sugestões de como combiná-los!


- COMPRAS

SHOPPINGS

Apesar de já ter lido a respeito dos shoppings de Bangkok, nada podia me preparar pra surpresa de conhecer a região de Siam. A verdade é que tudo em Bangkok é muito grande, e quando se trata do maior complexo de shopping centers do país, você pode imaginar o resultado! São milhares de metros quadrados de lojas, para todos os bolsos, e a maior praça de alimentação da Ásia! De deixar qualquer um boquiaberto mesmo.

Shopping Paragon - (foto: divulgação - http://www.bangkok.com/shopping.htm)

Fomos nos dois shoppings mais famosos: o MBK, mais popular, que parece uma feira dentro de um shopping, com várias barraquinhas vendendo coisas de originalidade duvidosa; e o Paragon, esse sim um shopping no sentido que conhecemos, cheio de marcas de luxo e outras mais "normais". Aqui que fica a praça de alimentação gigante, o complicado é escolher o que comer!

Há várias ligações entre os prédios na região, então você pode conhecer tudo a pé. Mas salve tempo e disposição!


MERCADOS

Mas se você prefere um programa mais autêntico e menos ocidentalizado, busque conhecer as feiras e mercados. Bangkok tem muuuitas opções, seja no centro ou nas cidades próximas.

No centro, há opções como o Chatuchak Market, que ocorre nos fins de semana, onde você encontra de tudo, desde comida até bugigangas da China. Esse é um dos maiores mercados da Ásia! Ele é acessível pelo Skytrain (Linha Sukhumvit), desça na estação Mo Chit.

Chatuchak Market - Suttipong Sutiratanachai / Getty Images

Para um mercado mais "gourmet" vá ao Asiatique, que fica nas margens do rio e conta com ótimos restaurantes e a icônica roda gigante colorida. O movimento maior é no fim da tarde e à noite. O mercado disponibiliza um barco gratuito que sai do Pier Central, na estação de BTS Saphan Taksin. Aqui você encontra produtos turísticos, roupas e várias casas de massagem.

O barco gratuito do Asiatique - já vale um passeio!

Pier de chegada

Asiatique

Esses são os mercados mais frequentados pelos turistas, mas há centenas de outros, cada bairro possui o seu. Vale a pena se perder pelos mercados locais, pra entender como funciona a "vida real" da cidade.

Há também mercados nos arredores de Bangkok, sendo os mais famosos o Mercado Flutuante e o que ocorre nos trilhos de um trem. Vamos falar sobre eles no próximo post.


- ARREDORES

Como já mencionamos, os arredores de Bangkok tem muitas opções de passeios bate-volta. Os mais populares são uma visita à cidade antiga de Ayutthaia, antiga capital da Tailândia, ou aos mercados do trem e flutuante em Damnoen Saduak. Mas esses passeios serão tema dos próximos posts!

Fiquem de olho que ainda vem muito mais informação sobre a Tailândia por aí!


Por: Marcela Bezerra