quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

Toscana: o charme da Itália



O post de hoje é sobre essa região incrível da Itália: a Toscana. Ela fica localizada ao norte de Roma, e tem Florença como sua capital. A Toscana é conhecida mundialmente pelo seu charme, que é na verdade uma composição de variados fatores que estão maravilhosamente confinados neste pedacinho de chão: paisagens naturais de cair o queixo, cidades medievais lindíssimas, tesouros do renascimento, praias das mais lindas do mundo, um dos mais famosos pólos vinícolas para os enoturistas, uma culinária sensacional... É até difícil de acreditar que podemos encontrar isso tudo em um mesmo lugar né?



Meu passeio pela Toscana foi beem mais curto do que eu gostaria, e o clima de alto verão também atrapalhou um pouco, mas a experiência foi incrível, e nos deixou a NECESSIDADE de voltar!

Algumas dicas gerais:

- Reserve  no mínimo de 5 a 6 dias inteiros para conhecer bem a região. Menos do que isso vai ficar faltando algumas coisas. Se sua viagem à Itália é curta, talvez seja melhor priorizar uma ou duas regiões e ver as outras numa nova oportunidade, sob pena de ficar com esse gostinho de quero mais...

- Escolha uma ou duas cidades como "base", dependendo da duração de sua visita. Ficar mudando de hotel todo dia é uma fria, você perde mais tempo do que ganha. Ficar em uma só cidade talvez não seja uma boa se você quer conhecer com calma a região toda, pois as distâncias não são assim tão curtas. Duas boas opções de base são Florença e Siena, que são cidades maiores, com uma boa rede hoteleira.

- Há quem prefira viajar de trem entre as cidades, mas na minha opinião, se você tiver condições de dirigir, o carro é indispensável. Só com ele você terá a chance de conhecer os tesouros dessa região, que estão quase sempre escondidos em uma estradinha perdida bem longe dos centros mais movimentados. Sem contar que você fica mais livre para fazer seu próprio itinerário, e aumenta as chances de incluir mais cidades/passeios (que ficam muitas vezes no meio do caminho do trem) em um mesmo dia.

Estradinha na Toscana (Pixabay)

- Evite a alta temporada, o verão. As cidades ficam muito lotadas, estacionar é bem difícil, sem contar que o calor atrapalha um pouco. Afinal tomar um vinho (que aqui são servidos quase na temperatura ambiente) debaixo daquele "sol da Toscana" não é tão aconselhável!

Nosso roteiro pela Toscana foi de 4 dias (que arrependimento de não ter incluído pelo menos mais 2!). Iniciamos por Florença, onde chegamos de trem, vindo de Veneza. A posição bem central da cidade facilita a chegada por trem, seja de Roma, seja de Milão. Ficamos dois dias hospedados lá, e a conhecemos com calma. A cidade é bem desenvolvida, com muitas lojas, restaurantes, etc. Aqui não faltará o que fazer, seja de dia ou de noite. Por isso acho que é disparada a melhor base para conhecer a Toscana. Ficamos no Hotel IL BAGLIONI, que fica  a um quarteirão da estação de trem, permitindo ir à pé. Ele é bem tradicional, quarto amplo, café da manhã bem variado e uma vista incrível para o Duomo no terraço, onde são servidos vinhos, Prosseco, e uns petiscos.

Vista do terraço do nosso hotel

Florença, ou Firenze (para os íntimos!), é um pólo cultural incrível, considerada o berço do renascimento italiano. São muitas as obras arquitetônicas que remetem a esta época que encontramos no meio da cidade, como a Catedral de Florença e seu famoso Duomo, que pode ser visto de quase todos os terraços da cidade, e a Ponte Vecchio, famosa mundialmente, e belíssima! Para os amantes da arte, imperdível a Galeria degli Uffizi, um dos museus mais importantes do mundo, com salas dedicadas aos artistas do renascimento. Já a Galleria dell`Academia é a casa da famosa escultura de Davi, de Michelângelo, que atrai milhares de turistas o ano todo. Sem contar as diversas esculturas que são encontradas, sim, no meio das ruas e praças!

Basílica de Santa Maria Novella

A imensidão da Catedral de Santa Maria del Fiori

O interior do Duomo

Palazzo Vecchio

Piazza della Signora e suas várias esculturas


Ponte Vecchio (Pixabay)

Davi - Michelangelo

Apesar de não ser tão pequena, Florença é uma cidade para se conhecer a pé. Só pegamos um ônibus para ir à Piazzale Michelangelo, que ficava mais distante. Para esta tarefa o Google Maps ajuda muito: basta colocar a origem e o destino e selecionar "transporte público" que ele te mostra as melhores rotas, quais ônibus pegar, inclusive o horário que eles devem passar! A Piazzale Michelangelo fica do outro lado do rio, num terreno elevado, que proporciona vistas incríveis da cidade, vale super a pena a visita!

Vista da Piazzale Michelangelo


Piazalle Michelangelo

A comida aqui é um deleite! Foi aqui que provei pela primeira vez a tão famosa trufa. Na verdade, antes de prová-la, eu senti seu aroma, em um prato vizinho, e não tive dúvidas: quero o mesmo! Era um ravioli de mussarela de búfala e trufa negra, uma surpresa incrível para o meu paladar de iniciante! hummm!! Outro prato que conheci aqui foi o Ossobuco, um pedação de carne (com osso e tudo), servida grelhada mal passada. Muito bom, mas em matéria de carnes, é difícil competir com o Brasil, né?


Ravioli trufado


Risoto de Zucchini (vulgo abobrinha!)

Ossobuco

Nosso vinho preferido da Itália - Chianti Classico

Dolci!

No terceiro dia alugamos um carro e fizemos check out no hotel bem cedo. Partimos rumo à cidade de Pisa, só mesmo para ver a torre. Achei que valeu a pena, não é tão longe pela auto-estrada, e convenhamos, ir à Itália sem ver a Torre de Pisa não é ir à Itália, não é mesmo?



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A região é bem cheia de turistas, e você pode subir os degraus tortos da torre, pagando uma pequena taxa. Não estávamos muito afim de exercício físico nesse dia, então nos contentamos com o visual mesmo. Mas que deve ser bem interessante estar no topo de um prédio inclinado, ah, deve!

É muito mais torta do que eu imaginava!!

Após a rápida expedição, nosso destino seria ir na direção de Siena, onde passaríamos a noite, mas com algumas paradinhas no caminho. O atraso pra sair de Florença de manhã nos atrapalhou um pouco... A ideia era almoçar em um restaurante que fica em um pequeno vilarejo na região de Chianti (uma das regiões vinículas da Toscana), indicação de um casal de brasileiros que conhecemos em Veneza. O nome se não me engano era "Ristoro di Lamole", que fica na cidade de Greve in Chianti. Mas quando chegamos já estava fechado... Tivemos que nos contentar com uma pequena Tratoria no meio da estrada, que era muito boa, afinal, estamos na Itália, onde não existe comida ruim!!

Dali partimos para San Gimignano, uma cidade medieval super charmosa que fica próxima à Siena, uma das minhas preferidas! Ela fica no alto de uma montanha (como a quase totalidade das cidades medievais), com vistas maravilhosas, e arquitetura incrivelmente preservada. Estranho é imaginar que existem pessoas que realmente MORAM ali, pois parece uma espécie de museu a céu aberto! Há muitos hotéis boutiques, restaurantes, bares, sorveterias... Senti vontade de me hospedar por ali alguma vez, deve ser muito interessante!

San Gimignano (Pixabay)



Pracinha central

Um dos vários cafés

Após passar a tarde por lá, partimos rumo à Siena, onde chegamos já no início da noite. Ficamos em um hotel um pouco afastado do centro histórico (que é murado), e como estávamos muito cansados, resolvemos comer no hotel mesmo. Não deu pra ver como é a noite de Siena, uma pena!

Siena é uma das cidades mais antigas da Itália, sendo que sua origem remonta à origem de Roma. Chegou a rivalizar artisticamente com Florença, mas foi dizimada pela peste negra no século XIV, perdendo em matéria de "glamour" para a vizinha.

Em Julho e agosto ocorre em Siena o famoso "palio", uma das mais antigas corridas de cavalos do mundo. A cidade fervilha, é complicado achar hotel e estacionamento, mas deve ser bem interessante!

Palio de Siena (Getty images)

Palio de Siena (Pixabay)

Voltando à nossa viagem, na manhã seguinte fizemos uma visita à cidade histórica, após perder um bom tempo procurando estacionamento, que nessa época do ano é bem concorrido! Almoçamos por lá, em um típico restaurante pega-turista, mas com a vantagem de ficar em frente à Piazza del Campo. A comida estava boa, e a vista compensou o precinho salgado! rss


Centro Histórico de Siena

Piazza del Campo

Após o almoço partimos mais uma vez de carro rumo às cidades próximas. Como nós tínhamos que chegar em Roma neste mesmo dia (era o último da viagem, infelizmente!), tivemos que acelerar o passo, e algumas cidades foram sacrificadas... No trecho entre as três cidades medievais mais famosas, Montepulciano, Pienza e Montalcino, visitamos a última apenas. Esta região é muito famosa pelas vinícolas, sendo que cada microregião origina um vinho D.O.C (denominação de origem controlada), que indica que o vinho segue as regras específicas da respectiva região. Dentre os mais famosos temos o Brunelo di Montalcino, e o Nobile di Montepulciano. Em nossa visita à Montepulciano fizemos uma degustação de vinhos em uma cave (uma espécie de porão utilizado para conservar os vinhos). Provamos três vinhos e escolhemos um pra levar pra casa, claro!



Montepulciano

Degustação de vinhos

A praça central de Montepulciano na gravação de "Lua Nova" (Pixabay)

Montalcino

Pienza (Pixabay)

Neste caminho entre as três cidades estão um dos trechos mais bonitos de estrada da Toscana, com várias plantações de girassóis, uma visão incrível!



Bom, agora preciso falar dos locais que nós não visitamos, e tentar traçar um roteiro mais redondo pra quem vai em uma primeira viagem.

- Se você está baseado em Florença e quer ir à Pisa, há algumas cidades no caminho caso queira visitar de carro: Lucca ou Prato. Mas se você não faz questão de conhece-las, é uma boa fazer um bate-volta de trem mesmo, caso vá dormir em Florença. Economiza o tempo e o cansaço de dirigir, e a estrada não tem tantos atrativos visuais. Mais um dia inteiro pra conhecer Florença, acho suficiente.

- Uma outra possibilidade: Se você ver no mapa, Pisa já fica no litoral. Bem pertinho dali fica cinque terre, um conjunto de 5 vilarejos que exibem algumas das praias mais lindas da Itália. Vale super a pena tirar mais um ou dois dias para curtir a região! Como eu não estive lá (se arrependimento matasse...), deixo vocês com as dicas do mestre Ricardo Freire do Viaje na Viagem! E vai umas fotos pra dar um gostinho!!

 (Pixabay)

(Pixabay)

(Pixabay)


- Tire um dia inteiro para curtir a tríade Montalcino - Pienza - Montepulciano e todo o charme que encontrar entre elas! (Se quiser visitar vinícolas, acrescente mais um dia)

- Mais um dia para ver San Gimignano e Siena, curtindo a noite em Siena (coisa que eu não fiz...). A não ser claro que você encare ($$$) um hotelzinho de charme em San Gimignano, que deve ser o máximo!!

Pronto, uma viagem redondinha pela Toscana em 6 dias, incluindo cinque terre! Show de bola!

Quem for me convida, tá?


Por: Marcela Silva Bezerra

quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Veneza

Ahh, Veneza... Se você não a conhece, pode colocar na sua listinha! É um destino obrigatório, pois não existe no mundo um lugar igual! De tanto vê-la em filmes e fotografias, às vezes sentia que já a conhecia, mas nada se compara a andar no meio daqueles canais, a pé ou nas famosas gôndolas...



Veneza é uma cidade que foi construída em um arquipélago da laguna de Veneza, no noroeste do mar Adriático. É classificada como Patrimônio da Humanidade pela UNESCO. Possui mais de 118 pequenas ilhas cortadas por vários canais, e aproximadamente 400 pontes! Um lugar único no planeta, sem dúvida.


Veneza do Alto, cortada pelo Canal Grande (Pixabay)


Passamos dois dias em Veneza na nossa lua de mel, no mês de julho. Apesar de ser alto verão na Itália, creio que em Veneza pegamos as temperaturas mais amenas da viagem. Talvez por ser uma cidade de grandes sombras (as ruas são bem estreitas, o que dificulta a entrada do sol, com exceção das grandes praças, claro!), não passamos calor aqui! Um bom destino para se visitar na Itália em uma viagem de verão. Sem contar que já vi relatos dizendo que faz frio em outras estações... Ah, e quanto ao tão falado mal cheiro da água, juro que não senti absolutamente nada!

O acesso a Veneza pode ser feito de diversas formas, mas as mais comuns são por avião ou por trem. O trem te deixa no centro da cidade, no meio do arquipélago, na Estação Santa Lucia, de onde você pode pegar um táxi ou um ônibus ao seu hotel. Claro que aqui não há ruas, mas canais, portanto esteja ciente que estes meios de transporte são na verdade barcos! Outra opção é escolher um hotel nas proximidades e ir andando. Mas cuidado com as pontes, algumas delas tem muitos degraus.

Como nós estávamos longe (em Nápoles), resolvemos ir de avião. O aeroporto de Veneza fica na verdade na cidade de Mestre, no continente. Portanto, de lá até Veneza você precisa fazer um trajeto razoável, seja de barco ou por terra, através da Ponte della Libertà. O mais rápido e prático, creio eu, é ir pela água mesmo, pois mesmo que você atravesse a ponte, chegando na cidade provavelmente terá que pegar um barco até o seu hotel. Saindo do cais do aeroporto (há uma pequena caminhada por um trecho coberto), existe a opção do transporte coletivo (Alilaguna), que faz várias paradas pela cidade, ou o famoso táxi, que te deixa na porta do seu hotel, ou o mais próximo possível dele. Esta mordomia custa por volta de 90 euros, uma boa se você estiver em turma.

Nós pegamos o transporte coletivo (15 euros por pessoa), e descemos na Piazza San Marco, pois nosso hotel ficava em uma rua próxima. Esteja preparado: em Veneza provavelmente você terá que arrastar ou carregar malas, a não ser claro, se seu hotel for na beira de um canal, e com um carregador a postos pra te ajudar. Se for este seu objetivo, prepare o bolso, vai custar mais caro!

Só tenha cuidado para evitar hotéis de difícil acesso, pois se você precisar atravessar um canal por exemplo, terá alguns degraus pra subir, outros pra descer, e algumas localidades só são acessíveis passando por dois ou três destes pequenos obstáculos...



Bom, escolhi nosso hotel pela localização próxima à Praça San Marco, pois ali fica o maior movimento da cidade, tanto de dia como de noite. O hotel era o Best Western Montecarlo, que fica literalmente a alguns passos da praça. Portanto, descendo do "Alilaguna" no lugar correto (cuidado que há duas paradas na Piazza San Marco), você só terá que atravessar a praça (provavelmente lotada de turistas), achar a rua correta do hotel e pronto!

Praça San Marco e a turistada do verão!


Uma vez alojados, o que fazer em Veneza? Bom, com exceção de alguns poucos pontos obrigatórios, quase todos na própria Piazza San Marco - a Basílica de San Marco, a Torre do Campanário (de onde temos uma vista linda dessa parte da cidade), o Palazzo Ducale, a Ponte dos Suspiros, etc - o melhor programa de Veneza é: andar, andar e andar, se perder no meio das ruelas, becos e pontes, parar em algum café escondido, tomar um vinho em alguma pequena pracinha, entrar nas igrejas que achar pelo caminho... Enfim, curtir a cidade a pé, enquanto suas forças aguentarem!

Torre do Campanário e Basílica de San Marco ao fundo

Piazza San Marco vista do alto da torre





Ponte dos Suspiros


Palazzo Ducale




Vale a pena uma visita também à Ponte do Rialto (que possui várias lojas, com muito oooouro!!) e às margens do Canal Grande.



Outro programa imperdível é andar de Vaporetto, o ônibus aquático de Veneza. Além de meio de transporte para encurtar as distâncias maiores, ele serve como um ótimo passeio turístico pelos pontos principais da cidade, através do Canal Grande (a “avenida” central de Veneza). Os bilhetes individuais são um pouco salgados, mas há passes para utilizar o transporte à vontade em 24 horas, 48 horas, ou outras durações, que acabam compensando se você for fazer mais de uma viagem.

Passeio no Vaporetto

Basílica Santa Maria della Salute

Vista da Praça San Marco do Vaporetto



O famoso Hotel Danielli


Mas, claro, não poderia deixar de falar do tradicional passeio de Gôndola. Se este item for obrigatório na sua lista, prepare o bolso: o aluguel da gôndola sai por 80 euros durante o dia, e chega a 100 euros à noite! Sim, uma exploração, mas fazer o quê? Os turistas estão lá e pagam... A dica é: tente pegar o preço diurno, que vai até o pôr-do-sol, o que torna o passeio um "meio termo" entre o dia e a noite, sem custar o preço maior. E claro, procure um lugar com vários gondoleiros, e tente pechinchar, vai que dá certo! rss! A gôndola, dependendo do tamanho, cabe até umas 5 pessoas. Não vou dizer que o passeio vale o preço que cobram, mas é sim, muito bom, super romântico!






Os restaurantes em Veneza são conhecidos pela qualidade, e também pelo preço. Mais uma vez é importante ter cuidado com os "pega-turistas", pesquisar indicações atualizadas em sites especializados, conferir os cardápios na porta para evitar surpesa$$, e fugir daqueles restaurantes apinhados de gente e com propaganda apelativa (tipo garços gritando na calçada "coma aqui, coma aqui", e seguindo você com um cardápio na mão...)


Clássico espaguete a carbonara


peixinho delícia!

Momento em que o cheff veio nos servir a sobremesa ardente!

Crepe Suzette com direito a muitas chamas!

Eu confesso, no último dia nos rendemos ao Hard Rock Café!!


A noite em Veneza é especial. Onde quer que esteja, a visão das Gôndolas nos canais com a iluminação mais fraca, as pontes e ruas mais desertas ainda e a visão da lua nas margens da Praça San Marco (que sim, continua lotada), é sensacional, única! Nem mesmo os ambulantes que insistem em te "oferecer" uma rosa para dar a alguém (principalmente se estiver em casal), em troca de dinheiro, não conseguem tirar o encanto do lugar... Basta falar "Grazzie, grazzie" sem parar, que uma hora eles desistem!! Ah, ainda na praça San Marco, os restaurantes são quase todos agraciados com pequenas orquestras, que fazem da noite um espetáculo inesquecível! Mesmo que não esteja disposto a sentar nas mesas, vale a pena parar por um instante por ali e curtir a música... Vai ficar na sua memória, garanto. 












Bom, concluindo, posso dizer que nos dois dias que passamos em Veneza, conseguimos aproveitar bem a cidade e ver tudo que queríamos. Mas claro, voltar lá não é uma ideia a se descartar, afinal, é Veneza!!

Até a próxima!


Por: Marcela Silva Bezerra